Não. Não estou de bajulador do meu chefe Kadu, torcedor convicto do Fluminense.
Estou em Juiz de Fora para as comemorações da formatura em Direito da minha sobrinha Natália. E haja comemorações. No convite há quatro eventos. Mas já soube de outros, fora os 'patrocinados' pelas famílias.
Aliás, ontem a noite foi a cerimônia de colação de grau, no Cine Theatro Central. (Prédio belíssimo, indico verem em http://www.theatrocentral.com.br/ ). Seguido de jantar com familiares e amigos que me fez chegar no hotel lá por 2h40.
Foi o primeiro evento após a partida de AD. Kk (filho de AD, que está comigo) estava tão a vontade que, a ser perguntado se estava com saudades da mãe disse que não. Se bem que, no aeroporto, na hora tensa da partida, com AD em lágrimas, ele disse que ia sentir só um pouquinho de saudades. De certo modo, melhor assim.
Eu mesmo me fiz de durão na partida, mas ontem a noite uma das coisas que mais fiz foi verificar no Skype do smartphone se ela já estava on-line.
Sei lá. Poderia ter conseguido adiantar a ponte aérea entre Seul e Busan (também se acha grafado como Busan) e ter chegado um tanto antes.
Nesse frisson de Skype, acabei encontrando on-line outra sobrinha, esta morando em Washington DC. Meu aparelho 'rolou' a mesa toda. O pai dela, meu cunhado, estava conosco. Ativei a câmera e ele teve uma panorâmica da mesa. Fiquei surpreso com a qualidade da imagem que tinha dela. E ela que nossa imagem recebida também estava boa.
Antes que perguntem: uso um Galaxy S, com Android 2.2 e firmware atualizado. Plano de dados da Claro.
Juiz Fora, para mim, tinha sido um local de passagem quando eu ia de Eng. Paulo de Frontin para Santa Helena. Adolescente 'duro', tomava um ônibus para Vassouras, outro para Três Rios, outro para Juiz de Fora, outro para Bicas e outro para Piquiri, onde descia no caminho. Uma vez, chegando cedo em Bicas, resolvi ir à pé até Santa Helena. Não tinha nada mesmo para fazer. Estrada de terra, e anda, anda, anda... até que parou um caminhão e o condutor perguntou para onde eu ia.
- Para o sítio do Seu Tonho, marido de Dona Zezé.
- Ah! Conheço muito os dois. Sobe aí atrás.
Digo que cheguei igual a um fantasma. Era um caminhão que fazia o tranporte de Caulim, um pó branco oriundo de uma mineradora na região.
Tirar aquela camada branca da minha pele, só com banho de bucha e sabão de coco.
Coisas de jovem que tinha os cabelos no ombro, andava com um jeans surrado com uma camiseta branca e botas militares.
Além do trânsito intenso, talvez pelas ruas estreitas, a sinalização não ajuda muito. Não foi difícil achar o hotel. Eu errei umas duas ruas antes e mais uma volta para estar do lado certo da calçada.
Dei uma volta no comércio de rua próximo. Os preços, em especial de roupas, são bem convidativos. Acho que é a primeira vez que foi melhor não ter vindo com AD. Ela ia parar loja-a-loja, a tarde ia acabar, teríamos que voltar para o hotel e não teria dado a 'geral' no comércio próximo.
Que aliás já me valeu. A internet wi-fi do hotel não me atendia. Corri à rua, comprei um cabo e fiquei feliz com uma conexão internet decente.
Estou num hotel em frente ao Mercado Municipal. Vou passar por lá para comprar doce de leite. Afinal de contas, não sou de ir a velório e não chorar o defunto.
Inté!
Dei uma volta no comércio de rua próximo. Os preços, em especial de roupas, são bem convidativos. Acho que é a primeira vez que foi melhor não ter vindo com AD. Ela ia parar loja-a-loja, a tarde ia acabar, teríamos que voltar para o hotel e não teria dado a 'geral' no comércio próximo.
Que aliás já me valeu. A internet wi-fi do hotel não me atendia. Corri à rua, comprei um cabo e fiquei feliz com uma conexão internet decente.
Estou num hotel em frente ao Mercado Municipal. Vou passar por lá para comprar doce de leite. Afinal de contas, não sou de ir a velório e não chorar o defunto.
Inté!
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